A CEO da PS Contrata, Paola Salgado, foi fonte especialista em uma matéria publicada no Estado de Minas, na coluna Mundo Startup.
Na publicação, Paola analisa um dos temas mais discutidos atualmente no mercado de trabalho: o uso da inteligência artificial em processos de recrutamento e seleção. A matéria destaca que a tecnologia já vem sendo adotada por muitas empresas para acelerar etapas, organizar informações e apoiar triagens, mas levanta uma questão essencial: até que ponto a IA pode conduzir decisões que envolvem carreira, cultura organizacional e potencial de liderança?
Para Paola, o problema não está na tecnologia em si, mas na forma como ela vem sendo utilizada. Em processos estratégicos, especialmente no recrutamento de lideranças, a escolha mais adequada raramente está apenas no currículo mais alinhado ou no perfil mais óbvio. É preciso interpretar trajetória, contexto, repertório, maturidade, capacidade de decisão e aderência ao momento da empresa.
Esse olhar reforça uma premissa central da PS Contrata: contratar lideranças não é apenas cruzar dados. É compreender o negócio, a cadeira, a cultura e o impacto que aquela pessoa poderá gerar no tempo.
A matéria também chama atenção para o risco de empresas inverterem a lógica do processo: em vez de usarem a tecnologia como ferramenta de apoio, acabam permitindo que ela conduza decisões que exigem julgamento humano. Em um mercado cada vez mais orientado por eficiência, velocidade e escala, o diferencial pode estar justamente em saber onde automatizar e onde preservar a análise artesanal.
A participação reforça a atuação da PS Contrata como referência em discussões sobre liderança, recrutamento estratégico, tecnologia e futuro do trabalho.
Leia a matéria completa no Estado de Minas:
“IA não deveria conduzir recrutamento de liderança”, alerta especialista