Em sua nova coluna semanal, nossa CEO, Paola Salgado, traz uma provocação necessária sobre o cenário atual de liderança, cultura e a constante busca por propósito.
Você já ouviu (ou até mesmo disse) algumas destas frases no ambiente corporativo ultimamente?
- “Contratei para uma função, e a pessoa me pede propósito.”
- “As pessoas querem autonomia, mas não assumem a responsabilidade.”
- “Estamos tendo que ensinar o adulto a fazer o que foi contratado para fazer.”
Se você gerencia equipes, empreende ou atua no RH, as chances de ter dado um “like” mental (ou real) nessas desabafas são gigantescas. O mercado corporativo compartilha dessas dores diariamente. Mas a grande verdade é que estamos tentando tratar os sintomas como se fossem a própria doença.
No artigo de estreia de sua coluna quinzenal no jornal Estado de Minas, a nossa CEO e psicóloga especialista em recrutamento estratégico, Paola Salgado, joga luz sobre um padrão reativo que tem custado caro à produtividade das empresas no Brasil.
“Quando uma empresa ‘vira creche’, a pergunta que raramente se faz é: que processos de contratação, liderança e cultura permitiram que isso acontecesse?” – Paola Salgado
O que você vai encontrar nessa leitura:
- O Diagnóstico Real: Por que apontar o “choque geracional” ou a “falta de compromisso” não resolve a baixa produtividade.
- Causa vs. Sintoma: A importância de questionar os critérios de quem contrata e de quem lidera, antes de culpar apenas a base.
- Visão de Campo: Uma análise honesta de quem vive há 15 anos os bastidores da gestão de pessoas e os desafios de empreender no Brasil.
Se você quer parar de apenas se frustrar com os problemas de equipe e começar a entender as decisões inteligentes por trás de times de alta performance, este texto é o ponto de partida ideal.
Leia o artigo completo!
O conteúdo original foi publicado no portal Estado de Minas. Clique no link abaixo para conferir a reflexão na íntegra e deixar seu comentário:
Acesse aqui o artigo completo de Paola Salgado no Estado de Minas