Para onde foram os líderes que a gente dava a vida para seguir?

Escrito por: Ágata Gonzaga

Você se lembra de algum chefe ou mentor que marcou profundamente o início da sua trajetória? Aquele profissional que você admirava genuinamente, cujos conselhos moldaram quem você é hoje e que você seguiria de olhos fechados?

Se você fizer essa pergunta para profissionais com mais estrada, a resposta quase sempre vem acompanhada de um brilho nos olhos e de histórias cheias de aprendizado.

Mas se você olhar para o mercado corporativo hoje, uma dúvida incômoda começa a surgir: onde foram parar essas figuras de liderança admirável?

Atualmente, a queixa mais comum nos bastidores das empresas é sobre o abismo geracional, a “falta de compromisso” dos mais jovens ou a dificuldade de engajar equipes. É um discurso frequente e que, na superfície, parece fazer todo o sentido. Mas a nossa CEO, Paola Salgado, traz uma provocação necessária e desconfortável em sua coluna mais recente:

“Liderar nunca foi sobre ter razão. É sobre ser seguido. E ninguém é seguido por decreto.” – Paola Salgado


O Contraste de Esforço: Cliente vs. Colaborador

No artigo, Paola nos convida a fazer uma comparação simples, mas reveladora.

Quando a sua empresa quer conquistar um cliente estratégico, você faz um esforço cirúrgico: estuda as dores dele, adapta a linguagem, ouve com atenção e calibra o discurso até ser escutado. Você investe tempo para falar a língua dele.

Por que, então, não fazemos o mesmo com quem senta nas cadeiras da nossa própria empresa?

Muitas vezes, insistimos em nos comunicar usando fórmulas engessadas de décadas atrás e depois nos surpreendemos quando o jovem talento prefere aprender com uma tela de celular do que com o gestor sentado a três metros dele. A verdade é dura: a tela simplesmente se esforçou mais para conversar com ele do que nós.


O que você vai ler no artigo completo:

  • A crise de referência: Por que estamos perdendo a disputa de atenção e admiração das equipes para influenciadores de internet.
  • Comunicação unilateral: O erro de confundir mentoria com monólogo dentro das organizações.
  • A responsabilidade do líder: O que realmente significa fazer o esforço de falar a língua das novas gerações para construir times de alta performance.

Se você gerencia equipes, lidera uma organização ou enfrenta o desafio diário de manter talentos engajados, esta leitura é indispensável para mudar a sua perspectiva de gestão.

Acesse o artigo completo de Paola Salgado no Estado de Minas e descubra como resgatar a liderança que realmente inspira e gera resultados sustentáveis.

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